O candidato a deputado federal Fábio Sousa (PL-GO) criticou a iniciativa da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) diante da circulação de publicações nas redes sociais sobre o preço dos alimentos. Em vídeo publicado em seu perfil, Fábio Sousa classificou a medida como uma tentativa de reagir às críticas sobre a situação econômica enfrentada pelos brasileiros.

Para Fábio Sousa, em vez de questionar conteúdos que mostram a realidade dos preços, o governo deveria enfrentar as dificuldades econômicas que atingem diretamente o orçamento das famílias. “Essa turma acha que a gente é palhaço”, afirmou.

A campanha de Lula acionou o TSE alegando a existência de uma suposta ação coordenada e inautêntica nas redes sociais, com publicações relacionadas à alta dos alimentos. Fábio Sousa, no entanto, criticou a iniciativa e argumentou que recorrer à Justiça Eleitoral não muda a realidade encontrada diariamente pelos consumidores nos supermercados.

“Isso é fruto de um governo irresponsável, que produz juros altíssimos, preços altíssimos, uma inflação descontrolada”, declarou.

Em seu posicionamento, Fábio Sousa relacionou a discussão ao poder de compra da população e afirmou que as críticas ao preço dos alimentos não podem ser tratadas como um problema a ser combatido nas redes sociais. Para ele, o foco do governo deveria estar na adoção de medidas econômicas capazes de reduzir o impacto do custo de vida sobre as famílias.

O candidato também criticou o que considera uma tentativa de silenciar manifestações contrárias ao governo. “Não adianta proibir não, Lula”, afirmou.

Fábio Sousa tem colocado a situação econômica do país entre os principais temas de seus posicionamentos durante a campanha. O candidato defende redução de impostos, responsabilidade na condução das contas públicas e medidas que ampliem o poder de compra dos brasileiros.

Para Fábio Sousa, a resposta à insatisfação demonstrada nas redes sociais deve vir por meio da melhoria das condições econômicas da população, e não pela tentativa de controlar as críticas feitas por quem sente diariamente o peso dos preços no orçamento familiar.