O candidato a deputado federal Fábio Sousa (PL-GO) se posicionou sobre o endividamento das famílias brasileiras após a divulgação de dados sobre a situação financeira dos consumidores no país. Em vídeo publicado nas redes sociais, Fábio Sousa criticou a condução da política econômica e defendeu medidas que, segundo ele, possam ampliar as condições para que brasileiros trabalhem, produzam e empreendam.
Ao abordar o impacto do endividamento, Fábio Sousa afirmou que as famílias de menor renda são especialmente prejudicadas pelo cenário de juros elevados. O candidato também relacionou a situação ao nível dos gastos públicos e à carga tributária brasileira, argumentando que a população não percebe retorno proporcional aos tributos pagos.
Durante o vídeo, Fábio Sousa citou ainda problemas estruturais do país nas áreas de infraestrutura, saneamento e educação. Dados oficiais confirmam desafios nessas áreas: levantamento da CNT aponta que apenas uma parcela da extensa malha rodoviária brasileira é pavimentada; no saneamento, milhões de brasileiros ainda não possuem acesso adequado à coleta e ao tratamento de esgoto; e, no PISA 2022, estudantes brasileiros ficaram abaixo da média dos países da OCDE em matemática, leitura e ciências.
Para Fábio Sousa, os indicadores econômicos e sociais demonstram a necessidade de uma mudança na definição das prioridades do poder público. “A gente precisa agir de uma forma que permita que o Brasil respire economicamente e garanta condições financeiras à população brasileira para produzir, trabalhar e empreender”, afirmou.
Fábio Sousa também destacou o papel do Congresso Nacional nas decisões econômicas e políticas do país. Candidato a uma vaga na Câmara dos Deputados por Goiás, ele argumentou que a composição do Legislativo é determinante para a aprovação de medidas relacionadas à economia, à tributação e às demais prioridades nacionais.
Ao final do vídeo, Fábio Sousa relacionou o cenário econômico às eleições deste ano e convocou os eleitores a refletirem sobre as escolhas que serão feitas nas urnas. “O que a gente vai fazer a respeito disso? Vamos continuar endividados e, muitos de nós, sem conseguir pagar as contas, ficando inadimplentes? Ou vamos agir no dia 4 de outubro?”, questionou.
Para o candidato, a mudança na Presidência da República deve ser acompanhada pela eleição de representantes alinhados às mudanças que defende para o país. “O Congresso Nacional é tão importante quanto”, concluiu.